Agilidade, curiosidade, polivalência e capacidade de produzir um texto atraente, convidativo à leitura. Segundo os jornalistas Márcio Gomes, diretor de conteúdo do portal Correio do Povo, e André Roca, editor de Esportes do clicRBS, essas são as características que as redações de webjornalismo procuram quando têm de contratar um novo repórter. O perfil profissional foi comunicado por eles a uma turma de estudantes do 7° semestre de jornalismo, do IPA, durante coletiva concedida nesta segunda-feira, 17, sobre webjornalismo e mercado de trabalho para webjornalistas. O evento ocorreu em uma sala de aula, no segundo piso do prédio B da instituição.
De todas as características apresentadas acima, nenhuma delas é tão importante quanto a produção textual. A garantia é de André Roca, que aproveitou para aconselhar os estudantes a fazer da universidade um laboratório para a correção de pontos fracos: “O fundamental mesmo é ter um bom texto. Um texto objetivo, sem erros de português e acentuação, e principalmente, sem opinião”.
Outra característica analisada para ingresso na área, segundo Márcio Gomes, é se o profissional sabe identificar e disponibilizar a informação principal no topo da matéria. “As pessoas têm muita dificuldade em identificar o que é informação, o que é realmente relevante, importante. É preciso ter o feeling da notícia, para evitar o nariz de cera”, alertou.
Roca também tratou de advertir os estudantes com relação aos ônus do ofício: “É uma profissão que exige muito equilíbrio emocional e doação pessoal. Não há horário de entrada e saída e a pressão é constante, já que a notícia não pode esperar”.
Para Gomes, a principal diferença do webjornalismo para as outras mídias está na possibilidade que o repórter tem de pensar as pautas a partir dos recursos existentes, como áudio e vídeo. Ele também admitiu que o objetivo do portal Correio do Povo, inaugurado em outubro do ano passado, é competir com o clicRBS. Sobre a polêmica queda do diploma para o exercício da profissão, ambos garantiram que, tanto no Correio do Povo como no ClicRBS, tudo continua como era antes.
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Webjornalismo é tema de entrevista no IPA
Webjornalismo e mercado de trabalho para webjornalistas é o tema da coletiva que os jornalistas Márcio Gomes, diretor de conteúdo do portal Correio do Povo, e André Roca, editor de Esportes do portal clicRBS, concederão à imprensa a partir das 19h30 desta segunda-feira. Dentro de instantes você acompanha por aqui, em tempo real, todos os desdobramentos.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Cirque de Soleil cancela turnê e convoca coletiva
Esclarecer os motivos do cancelamento da turnê do Cirque de Soleil em Porto Alegre. É com este objetivo que o diretor executivo do circo vai dar uma entrevista coletiva nesta segunda-feira, 10, a partir das 20h, na tenda vip do BarraShoppingSul. Especula-se que o motivo do cancelamento da turnê seja a queda de um acrobata na noite de ontem. Acompanhe, por aqui, a cobertura minuto a minuto da entrevista com John Mayer.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Acompanhe, minuto a minuto, a festa de encerramento do Gauchão 2010
Acompanhe a festa de encerramento do Gauchão 2010 com os repórteres Arthur Machado e Michelle Rossatto. A solenidade ocorre a partir das 19h desta segunda-feira, no Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Fernandão é coração na ponta da chuteira
A declaração dada pelo Capitão das maiores conquistas da história do Inter mexeu deveras comigo. Fernandão disse ao jornal Zero Hora que o Beira-Rio é sua segunda casa, que é apaixonado pelo colorado gaúcho e que gostaria muito de voltar a defender as cores do time. Ele ainda destacou que as desavenças com o nosso vice de futebol já foram superadas: “o tempo cura tudo”, finalizou.
Além de líder, Fernandão é um jogador identificado com a torcida e com o clube. E é exatamente disso que estamos precisando no atual momento: de alguém que chegue e bote ordem no galinheiro. Como bem diz o ditado, errar é humano, mas persistir no erro é burrice. Por isto, Fernando Carvalho, não desperdice a chance derradeira de consertar a avaliação equivocada que fizestes no ano passado, quando concluiu que o time era bom o suficiente e que não haveria espaço nele para o Capitão do Mundo.
Quem traz o veterano Kleber Pereira, que foi dispensado pelo Santos por insuficiência técnica, não pode ter argumentos plausíveis para rejeitar o retorno de um dos jogadores mais importantes da história do Inter.
Meu eterno presidente, reavaliar os planos, admitir que estava errado não é feio, muito antes pelo contrário. Acolha o Fernandão e dê a ele a missão de sacudir e mobilizar o atual elenco. Ele já provou sua competência e, mais do que isso, que tem estrela. Com Fernandão, o sonho do bi da América fica muito mais palpável.
Além de líder, Fernandão é um jogador identificado com a torcida e com o clube. E é exatamente disso que estamos precisando no atual momento: de alguém que chegue e bote ordem no galinheiro. Como bem diz o ditado, errar é humano, mas persistir no erro é burrice. Por isto, Fernando Carvalho, não desperdice a chance derradeira de consertar a avaliação equivocada que fizestes no ano passado, quando concluiu que o time era bom o suficiente e que não haveria espaço nele para o Capitão do Mundo.
Quem traz o veterano Kleber Pereira, que foi dispensado pelo Santos por insuficiência técnica, não pode ter argumentos plausíveis para rejeitar o retorno de um dos jogadores mais importantes da história do Inter.
Meu eterno presidente, reavaliar os planos, admitir que estava errado não é feio, muito antes pelo contrário. Acolha o Fernandão e dê a ele a missão de sacudir e mobilizar o atual elenco. Ele já provou sua competência e, mais do que isso, que tem estrela. Com Fernandão, o sonho do bi da América fica muito mais palpável.
domingo, 21 de março de 2010
Sonho do bi passa por Fossatti
O time do Inter não é nenhuma maravilha, mas pode sim mostrar muito mais do que vem apresentando. Entre os titulares, há um goleiro bom e experiente, um lateral-esquerdo de seleção, dois volantes de inegável qualidade técnica, dois meias inteligentes e habilidosos e um centroavante que, embora não simbolize o sonho americano do povo vermelho, é bastante útil ao time. Se algum destes estudiosos de futebol se dispuser a contar quantos times da atual Libertadores reúnem sete jogadores desta estirpe, tenho a convicção de que não conseguirá encher a palma da própria mão. Logo, se o time não está tendo atuações condizentes com a sua qualidade técnica, a culpa só pode ser de uma pessoa: do treinador.Jorge Fossatti chegou ao Inter com um grande cartaz. Foi ele quem deu a LDU os títulos inéditos da Recopa e da Sul-Americana, ambas conquistadas no ano passado sobre o próprio Inter e o Fluminense, respectivamente. Porém, o uruguaio parece ainda não ter assimilado que treina um clube cuja torcida é muito maior, mais fanática e muito mais exigente. Isto sem contar que o Inter é um dos grandes clubes do Brasil, único país pentacampeão do Mundo de futebol. Ou seja, existe um abismo colossal entre treinar um grande do Equador, que não tem nenhuma tradição no contexto mundial, e um grande do Brasil. Esta é uma verdade tão universal que qualquer um tem consciência dela, por menor que seja seu conhecimento sobre o mundo da bola. Mas a ficha de Fossatti, estranhamente, está demorando demais a cair. O que vem deixando em pé os cabelos da metade vermelha do Rio Grande do Sul.
Em seu tempo de LDU, Fossatti armava uma retranca em partidas disputadas fora do Equador. A idéia era arrancar um empate ou, até mesmo, perder por diferença mínima. Sábio gringo. Claro, sabia ele que, na partida de volta, contaria com o fator altitude para alcançar a classificação. E foi esta estratégia que o consagrou, a tal ponto que hoje ele é visto como um Deus pelos equatorianos que sonham vê-lo no comando da casamata do selecionado local.
Só que no Beira-Rio, Fossatti, é diferente. Os grandes adversários que cruzarem o caminho do alvirrubro gaúcho no Gigante não serão influenciados pelo ar rarefeito de Quito por um motivo simples: aqui não é Quito, é Porto Alegre, estamos no nível do mar, ou melhor, do Guaíba.
Se tu seguires teimando com a mesma estratégia adotada nos tempos de LDU, logo, logo verás teu time barrado da principal competição do continente. Reavalie tua estratégia, converse com teus botões, escute o Fernando Carvalho, sugue a sabedoria do mandarin Ibsen Pinheiro, ouse.
Nos últimos anos, os colorados se acostumaram com triunfos e com um time agressivo em campo, com comportamento de leão. Para eles, não basta ser vice, tampouco ter uma boa campanha. Ou você se dá conta da grandeza do Inter, ou perderá o pescoço pela ira do carrasco da guilhotina (mar vermelho). A escolha é tua.
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