Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Tributo aos meus amigos


Ao fazer uso das palavras de Paulo Sant'anna, que certa feita afirmou 'ter amigos que não sabem o quanto são importantes para ele', eu também quero dizer o mesmo. Não tenho muitos amigos, mas os poucos que tenho não imaginam o quanto me são importantes. Os amigos que fiz na infância e que até hoje seguem a caminhar ao meu lado; os amigos que fiz nas empresas, cooperativas ou órgãos públicos onde trabalhei; os amigos que fiz no IPA, nas vizinhanças onde residi, nas escolas onde estudei (ou fingia estudar), enfim, as importantes amizades que conquistei por onde passei são parte de mim.

Vocês, meus amigos, foram, são e seguirão sendo fundamentais na minha vida. Em hipótese alguma tenham dúvidas disso, pois é a mais pura e cristalina verdade.

Me desculpem a falta de um enredo, de um início, meio e fim, mas é que hoje eu não tô inspirado. Mas mesmo chocho, eu precisava transmitir esse recado. Obrigado por existirem!

Domingo, 11 de Janeiro de 2009

Hoje é o dia do Teteu...Viva o Matheus!!


Hoje é aniversário do Matheus. Ele tá completando 6 anos! Feliz aniversário, filhooo!

Tudo muda, o tempo todo, no mundo...

Estava eu decidido a divagar aqui, de uma maneira inteligente, sobre as boas lembranças que ainda insistia em manter com relação a um antigo amor que foi embora - sem me explicar a causa, o motivo ou a circunstância de sua ida - quando me lembrei da canção "Como Uma Onda no Mar", do Lulu Santos. Aí então me dei conta de que trazer o passado à tona não é saudável, uma vez que, como pressagia a canção, "nada do que foi será, igual ou do jeito que já foi um dia...".

Portanto, já que perdi minha pauta, não me resta outra alternativa senão publicar a letra da música, que no momento não me sai da cabeça.

Como uma onda no mar


"Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi
um dia

Tudo passa, tudo sempre
passará
A vida vem em ondas, como um mar
Num indo e vindo
infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu
a um segundo
tudo muda o tempo todo no
mundo

Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo
agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre

Como uma onda no mar

Como uma onda no mar

Como uma onda no mar"

Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

A arte da persuasão

Curiosidades da Internet...


Mal súbito causa tragédia no Centro da Capital

Ontem, quinta-feira, fui surpreendido negativamente quando tomei conhecimento pelo rádio da tragédia envolvendo um ônibus da empresa Transcal que, ao chocar-se violenta e desgovernadamente contra um prédio - localizado na divisa entre as avenidas Júlio de Castilhos e Vicente da Fontoura, no Centro de Porto Alegre - incendiou e matou duas pessoas.

Notícias como esta sempre nos fazem mal, até porque nos leva a experimentar o sabor amargo da máxima popular que diz que 'para morrer, basta estar vivo'. A mim, entretanto, o fato que deu origem à essa tragédia me causou um mal-estar particular.

É que desde a minha infância, quando não passava de um piá, o receio de que o motorista do ônibus pudesse ter um ataque cardíaco me atormentava deveras. Principalmente porque no bairro onde moro passa a linha Cruzeiro, que para chegar ao coração do Centro de Porto Alegre passa antes pelo Viaduto da Conceição. Lembro como se fosse ontem, que sempre quando o trecho do viaduto se aproximava eu me segurava nos ferros do banco da frente, abaixava a cabeça, fechava os olhos e começava a rezar. Para mim, estar no meio daquele turbilhão hostil de automóveis e buzinassos, somado ao fato de que toda aquela balbúrdia se dava naturalmente - primeiro abaixo de um túnel escuro e após sobre uma ponte altíssima - me levava a experimentar uma sensação de adrenalina indescritível, como se estivesse dentro de um Kamikase.

"E se esse motorista tiver um ataque cardíaco, uma síncope, o que a gente faz, mãe? O cobrador assume o comando do ônibus, será?", perguntava preocupado a minha mãe que ria e me dizia para deixar de ser bobo.

Pois ontem, anos e anos depois, este que foi um dos piores medos da minha infância se tornou real e me fez sentir culpado. Já havia ouvido os mais diversos motivos para acidentes envolvendo coletivos: falha mecânica, ultrapassagem imprudente, sono, embriaguez, mas por mal súbito foi a primeiríssima vez. Logo pelo motivo mais remoto, que pensava ser produto da minha inesgotável imaginação infantil, essa tragédia aconteceu.

Muitos estudiosos da mente humana pressagiam que tudo o que acreditares, que todas as imagens que estiverem gravadas no seu subconsciente se realizam. Muita energia mental eu acalentei em minha infância de que uma fatalidade como esta pudesse acontecer. E hoje, inconformado, me arrependo amargamente por ter sido tão idiota a ponto de considerar a hipótese de um acidente tão cruel e injusto.

Que esta tragédia ao menos sirva de alerta à população e ao poder público para que se informem sobre às condições de trabalho a que são expostos a tripulação dos coletivos. Se recebem acompanhamento médico, psicológico, enfim, se é dada a devida atenção à saúde desses trabalhadores, a quem entregamos nossas vidas diariamente ao embarcarmos nos ônibus.

Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Lei universal da colheita obrigatória

Cada país tem as suas próprias leis e tem a autonomia de decidir sobre a intensidade da punição a ser atribuída a quem venha a violá-las. Assim, o que pode ser um crime sujeito à punição rigorosíssima, como o adultério em alguns países do Oriente Médio, no Brasil é um delito leve, trivial. E acho esse sistema adequado, afinal de contas há muitas culturas em jogo.

Agora, existe uma lei que não foi feita pelos homens e que é a mais infalível de todas. É a lei universal do retorno, ou seja, a lei que retribui a cada um de acordo com suas atitutes e sentimentos emanados.

Se você faz o mau, ou fica vibrando energias negativas para outrem, inapelavelmente você vai recebê-lo de volta. É certeiro! Pode você ser o indivíduo mais poderoso do mundo, não importa: um dia você cai.

Às vezes pensamos que essa lei não atinge pessoas poderosas, o que é um engano. O que acontece é que o universo é sábio, ou seja, vai retribuindo ao infrator em doses homeopáticas. O universo é um juiz generoso e que não tem pressa em nos condenar. Mas ele não deixa de ser justo. Seu intuito não é a condenação mas sim a salvação do errante. Pequenas coisas que não dão certo em nossa vida nada mais são do que um alerta do universo, que diz: "Hey, Alcapone, vê se te orienta. Assim dessa maneira, nego, 'Chicago' não aguenta". Trocando em miúdos: "Não quero te fazer infeliz, quero apenas que tu mude teu modo de ser".

Se você assimila e renova suas atitutes e energia, o universo então passa a contribuir para o seu sucesso e tudo começará a dar certo. Agora se você é um cabeça dura, daqueles que pensam estar sempre com a razão, estará ferrado, pois não saberás identificar os tais recados e acabará por chafurdar eternamente num lamaçal de sofrimentos e desgostos.

Eu já vi um homem muito poderoso perder tudo o que tinha por não ter tido humildade em reaver suas ações, e até hoje ele continua o mesmo, porém pobre de marré-marré. E posso garantir que foi muito triste vê-lo cair, mas enfim, as leis existem para serem seguidas.

O recado que eu quero deixar é no sentido de que você seja esperto. Tudo, meu amigo, gira em torno dessa lei. Por isto plante o bem em tudo o que fizeres e por todos os lugares por onde tu passares, pois serás retribuído. Tão certo como 2 + 2 é 4, bote fé! Não esquecendo nunca de que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória...